O país mantém os 19 casos de infecção por Covid-19, não registando mais nenhum caso positivo nas últimas 48 horas, revelou ontem à imprensa, em Luanda, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta.
| Fotografia: DR |
A titular da pasta da Saúde reiterou que o país mantém os 19 casos, dois óbitos e dois recuperados. Disse ainda que o Laboratório Nacional de Saúde processou 1.154 amostras das quais 19 positivas, 1.058 negativas e 77 continuam em processamento.
Silvia Lutucuta informou, igualmente, que todos os cidadãos que estavam em quarentana institucional já foram todos testados, sendo que estão em testagens os profissionais de saúde que acompanham estes casos, assim como os trabalhdores das unidades que albergaram os cidadãos em quarentana.Sílvia Frisou que o cumprimento das medidas estabelecidas pelo Decreto Presidencial do Estado de Emergência, controlo e vigilância epidemiológica vai reduzir o risco de contaminação comunitária.
O Estado de Emergência, acrescentou a ministra, estabeleceu medidas excepcionais que têm como principal objectivo o corte da cadeia de transmissão da Covid-19, evitando mortes e grande impacto socio-económico em Angola. “A melhor medida para evitar o contágio é ficar em casa. Apenas devem deslocar-se em caso de necessidade extrema ou de trabalho”, sublinhou a titular da Saúde.
Em relação às pessoas em quarentena institucional, assegurou que todos já foram testados “e, nesta altura”, estão a ser rastreados os profissionais de saúde que faziam o acompanhamento dos viajantes.
Em relação às pessoas em quarentena institucional, assegurou que todos já foram testados “e, nesta altura”, estão a ser rastreados os profissionais de saúde que faziam o acompanhamento dos viajantes.
Número de mortos em Africa sobe para 630
O número de mortes provocadas pela Covid-19 em África é de 630 num universo de 12.219 casos registados em 52 países, de acordo com a mais recente atualização dos dados da pandemia no continente.
Segundo o boletim do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (CDC África), nas últimas 24 horas, o número de mortes registadas subiu de 572 para 630, enquanto as infecções passaram de 11.400 para 12.219. O CDC África registou, também, 1.559 doentes recuperados após a infecção.
A pandemia afecta já 52 dos 55 países e territórios de África, com quatro - África do Sul, Argélia, Egito e Marrocos - a concentrarem mais de metade das infecções e mortes associadas ao novo coronavírus.
Todos os países africanos lusófonos registam casos da doença, com a Guiné-Bissau a ser o mais afectado, com 36 infecções pelo novo coronavírus.
Angola tinha, até ontem, 19 casos confirmados de Covid-19 e duas mortes.
Moçambique tinha 17 casos declarados de infecção pelo novo coronavírus e Cabo Verde, sete entre os quais um morto.
Na quinta-feira, as autoridades Cabo Verde anunciaram que morreram 12 cidadãos cabo-verdianos no estrangeiro vítimas da doença.
São Tomé e Príncipe, o último país africano de língua portuguesa a detectar a doença no seu território, registava, até ontem, quatro casos confirmados.
Na Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, estão confirmados 16 casos positivos de infecção.
Segundo o boletim do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (CDC África), nas últimas 24 horas, o número de mortes registadas subiu de 572 para 630, enquanto as infecções passaram de 11.400 para 12.219. O CDC África registou, também, 1.559 doentes recuperados após a infecção.
A pandemia afecta já 52 dos 55 países e territórios de África, com quatro - África do Sul, Argélia, Egito e Marrocos - a concentrarem mais de metade das infecções e mortes associadas ao novo coronavírus.
Todos os países africanos lusófonos registam casos da doença, com a Guiné-Bissau a ser o mais afectado, com 36 infecções pelo novo coronavírus.
Angola tinha, até ontem, 19 casos confirmados de Covid-19 e duas mortes.
Moçambique tinha 17 casos declarados de infecção pelo novo coronavírus e Cabo Verde, sete entre os quais um morto.
Na quinta-feira, as autoridades Cabo Verde anunciaram que morreram 12 cidadãos cabo-verdianos no estrangeiro vítimas da doença.
São Tomé e Príncipe, o último país africano de língua portuguesa a detectar a doença no seu território, registava, até ontem, quatro casos confirmados.
Na Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, estão confirmados 16 casos positivos de infecção.