sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Criado programa para inserir mais meninas rurais nas escolas

 O Presidente da República, João Lourenço, deu a conhecer, ontem, a existência, no país, de um programa inclusivo que visa permitir a inserção do maior número possível de meninas, sobretudo das zonas rurais, nas escolas.


Ao discursar , por videoconferência, no Fórum Global da Unesco sobre Educação, que juntou Chefes de Estado de todos os continentes, João Lourenço esclareceu que a selecção delas para o referido programa resulta do facto de serem vítimas, desde tenra idade, de entraves culturais, estereótipos sociais e marginalização, que as empurra para o trabalho infantil e gravidez precoce.
O Titular do Poder Executivo garantiu, que, apesar do quadro sombrio provocado pela pandemia da Covid-19, Angola não se deixou abalar e, com resiliência, está a implementar medidas para mitigar os efeitos negativos da doença nas mais diversas áreas da vida social.
Sublinhou que a Educação, apesar da sua transversalidade e principal guia para chegar ao conhecimento, através da ciência e tecnologia, também foi “severamente afectada”.

O Presidente da República revelou que mais de 13 milhões de alunos matriculados no presente ano lectivo viram-se, temporariamente, confinados em casa e privados do acesso às aulas. “Decidimos pelo retorno gradual das aulas, a partir do passado dia 5 de Outubro, tendo, para o efeito, elaborado um calendário lectivo reajustado com os respectivos programas mínimos e orientações metodológicas”, esclareceu.
João Lourenço disse estarem a ser alocadas verbas extraordinárias às escolas para assegurar a sustentabilidade do processo de ensino e devolver aos alunos, professores e famílias a esperança e confiança de uma vida escolar segura.
Neste particular, destacou o programa “Valor Criança”, que está a ser implementado em três províncias, no âmbito do sistema integrado de gestão da acção social, que incide sobre a prevenção da malnutrição e promoção da saúde infantil, e registo de nascimento na inserção do sistema de ensino, atribuindo apoio financeiro às famílias mais pobres.

João Lourenço ressaltou que o programa de protecção social através de transferências monetárias, denominado Kwenda, implementado em parceria com o Banco Mundial, está a causar impacto positivo na vida das famílias e das comunidades, sobretudo dos agregados familiares mais vulneráveis.
Outra prioridade do Governo angolano, prosseguiu, prende-se com a formação e capacitação dos professores e gestores escolares para a mudança da nova abordagem das escolas em contexto da Covid-19, com ferramentas que colocam a acção em prol da defesa da vida e da construção do conhecimento.

Apesar dos diversos condicionalismo, com os quais o Governo se bate, João Lourenço revelou estar em desenvolvimento, no país, um programa que visa a massificação do uso das novas tecnologias de informação e comunicação em escolas do ensino secundário, tendo já sido aprovada a modalidade de ensino à distância e semi-presencial.
Disse terem sido já disponibilizados todos os materiais curriculares, sobretudo do ensino primário, através do portal de Serviços Públicos Electrónicos (SEPE), para permitir o acesso fácil aos conteúdos oficiais ministrados nas diferentes classes.
“Encontra-se em fase final o processo de revisão, actualização e melhoramento dos manuais escolares e instrumentos co-relacionados do ensino geral, sendo que, por esta via, estima-se promover e melhorar o ensino e aprendizagem”, frisou.

Aumento de salas de aula

O Titular do Poder Executivo disse terem sido estabelecido parcerias para alargar os espaços educativos e atender maior número de crianças, tendo, desta acção, resultado a disponibilidade de mais de 69.348 novas salas de aulas. Foram disponibilizadas 16.069 salas de aula para o ensino secundário e 11.895 para o I Ciclo.
João Lourenço informou que os resultados do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) têm permitido o aumento significativo do número de salas de aulas, tendo já gerado 22.844 salas de actividades para as crianças dos zero aos quatro anos, 17.400 para a classe de iniciação e 1.140 para reforçar o combate ao insucesso escolar e atender as crianças com necessidades educativas especiais.

“Gostaria de reafirmar o inabalável engajamento do meu Governo em criar, cada vez mais, oportunidades para o acesso das nossas crianças à escola e uma educação de qualidade, investindo, no sector, recursos necessários e indispensáveis para a segurança e qualidade do processo de ensino e aprendizagem”, realçou.
O Presidente João Lourenço reconheceu as consequências da Covid-19 na economia, no desenvolvimento humano e social das nações.

Evitar catástrofe

Ao falar à imprensa sobre o evento, a ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira, esclareceu que teve como principal objectivo a mobilização de recursos para o financiamento à educação, tendo em conta que a pandemia da Covid-19 trouxe uma grande falência, a nível de todo o mundo, na disponibilidade que os Estados e Governos deviam dedicar à educação.

A ministra de Estado disse ter sido reafirmado que todos os doadores deviam aumentar o investimento na educação e na formação, de 7 para 10 porcento, para evitar uma catástrofe mundial no segmento da educação que, como destacou, é a chave do desenvolvimento sustentável e do bem-estar das populações.
“Deixou-se um apelo mundial para que se invista mais na educação, que recursos sejam disponibilizados pelos Estados para que nenhuma criança fique fora da escola, uma vez que, desde o surgimento da pandemia da Covid-19, vinte e quatro milhões de crianças deixaram de ir às escolas”, frisou.

Carolina Cerqueira disse ter sido lançado, neste encontro, o apelo para se repensar e fazer a educação com resiliência, que permita que as crianças tenham o acesso à escola, que não aumente o fosso entre as mais pobres e aquelas, cujas famílias tenham mais possibilidade de ter uma educação com qualidade.
Outro apelo foi no sentido de que a Covid-19 não traga a rotura da esperança de que as crianças possam, através do saber e da escola, contribuir para um futuro melhor para as jovens gerações.
A ministra de Estado para a Área Social disse ser a primeira vez que um Chefe de Estado angolano participou, ao mais alto nível, neste encontro.

Acreditação de embaixadores

Antes de participar no Fórum Global sobre Educação, o Presidente da República acreditou os novos embaixadores da Itália, Cristiano Gallo, da Índia, Pratibha Parkar, da União Europeia, Jeanne Georgine Seppen, da Argélia, Abdrlhakim Mihoubi, e da Sérvia, Milos Perisic.
O Chefe de Estado acreditou, igualmente, o embaixador do Líbano, Kabalan Frangieh, com o estatuto de não residente.

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Trump assina ordens que podem banir aplicativos chineses TikTok e WeChat dos EUA em 45 dias caso não sejam vendidos

 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na noite desta quinta-feira (6) duas ordens executivas para banir dois aplicativos chineses do país em 45 dias, o TikTok e o WeChat, caso eles não sejam vendidos para companhias americanas por suas empresas de origem.

A ordem executiva proibiria "qualquer transação por qualquer pessoa, ou com relação a qualquer propriedade, sujeita à jurisdição dos Estados Unidos, com a ByteDance Ltd" (e com a Tencent), a partir de 45 dias.

As ordens foram assinadas no mesmo dia em que o Senado votou, por unanimidade, um projeto de lei do senador Josh Hawley que proíbe funcionários federais de usar o aplicativo de compartilhamento de vídeos TikTok em dispositivos cedidos pelo governo.

O aplicativo foi criticado por parlamentares norte-americanos e pelo governo Trump, que alegam questões de segurança nacional devido ao fato de ser controlado pela companhia chinesa ByteDance.

Ambas as ordens executivas dizem que os aplicativos "captura(m) automaticamente vastas faixas de informações de seus usuários ... essa coleta de dados permite que o Partido Comunista Chinês acesse as informações pessoais e proprietárias dos americanos".

O WeChat é um aplicativo de troca de mensagens instantâneas para dispositivos móveis e concorrente do WhatsApp. Ele foi lançado em janeiro de 2011 e é desenvolvido pela empresa chinesa Tencent. É um dos apps de mensagens mais usados no mundo, com mais de 1 bilhão de usuários mensais ativos.


TikTok

Trump vem ameaçando banir o aplicativo TikTok nos EUA há semanas. A plataforma, que tem crescido rapidamente, tem cerca de 80 milhões de usuários mensais ativos nos Estados Unidos, e é acusada de coletar dados pessoais de americanos para compartilhá-los com o governo chinês.

A Microsoft está em negociações para comprar o aplicativo da ByteDance, mas Trump parece duvidar que esse acordo possa ser aprovado.

O TikTok é um aplicativo gratuito, uma espécie de versão resumida do YouTube. Os usuários podem postar vídeos de até um minuto e escolher entre um enorme banco de dados de músicas e filtros. Geralmente, os vídeos têm sincronização labial de músicas, cenas engraçadas e truques de edição incomuns.

A plataforma explodiu em popularidade nos últimos anos, principalmente com pessoas com menos de 20 anos.

Esses vídeos são disponibilizados para seguidores, mas também para estranhos. Por padrão, todas as contas são públicas, embora os usuários possam restringir os uploads para uma lista aprovada de contatos.

Quando um usuário tem mais de mil seguidores, ele também pode fazer transmissões ao vivo para seus fãs e aceitar presentes digitais que podem ser trocados por dinheiro.

A Índia já bloqueou o TikTok e outros aplicativos chineses. A Austrália, que já proibiu a companhia de tecnologia chinesa Huawei e a fabricante de equipamentos de telecomunicações ZTE, também está considerando proibir o TikTok.

O aplicativo foi baixado com mais frequência na Índia, mas a proibição de Délhi significa que a China atualmente é seu principal mercado, seguida pelos Estados Unidos. O Brasil aparece em quinto lugar, depois da Indonésia.
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                                                     Alberto José

domingo, 12 de abril de 2020

Covid-19: Angola mantém os 19 casos infectados




O país mantém os 19 casos de infecção por Covid-19, não registando mais nenhum caso positivo nas últimas 48 horas, revelou ontem à imprensa, em Luanda, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta.
Fotografia: DR


A titular da pasta da Saúde reiterou que o país mantém os 19 casos, dois óbitos e dois recuperados. Disse ainda que o Laboratório Nacional de Saúde processou 1.154 amostras das quais 19 positivas, 1.058 negativas e 77 continuam em processamento.
Silvia Lutucuta informou, igualmente, que todos os cidadãos que estavam em quarentana institucional já foram todos testados, sendo que estão em testagens os profissionais de saúde que acompanham estes casos, assim como os trabalhdores das unidades que albergaram os cidadãos em quarentana.Sílvia Frisou que o cumprimento das medidas estabelecidas pelo Decreto Presidencial do Estado de Emergência, controlo e vigilância epidemiológica vai reduzir o risco de contaminação comunitária.
O Estado de Emergência, acrescentou a ministra, estabeleceu medidas excepcionais que têm como principal objectivo o corte da cadeia de transmissão da Covid-19, evitando mortes e grande impacto socio-económico em Angola. “A melhor medida para evitar o contágio é ficar em casa. Apenas devem deslocar-se em caso de necessidade extrema ou de trabalho”, sublinhou a titular da Saúde.
Em relação às pessoas em quarentena institucional, assegurou que todos já foram testados “e, nesta altura”, estão a ser rastreados os profissionais de saúde que faziam o acompanhamento dos viajantes.
Número de mortos em Africa  sobe para 630
O número de mortes provocadas pela Covid-19 em África é de 630 num universo de 12.219 casos registados em 52 países, de acordo com a mais recente atualização dos dados da pandemia no continente.
Segundo o boletim do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (CDC África), nas últimas 24 horas, o número de mortes registadas subiu de 572 para 630, enquanto as infecções passaram de 11.400 para 12.219. O CDC África registou, também, 1.559 doentes recuperados após a infecção.
A pandemia afecta já 52 dos 55 países e territórios de África, com quatro - África do Sul, Argélia, Egito e Marrocos - a concentrarem mais de metade das infecções e mortes associadas ao novo coronavírus.
Todos os países africanos lusófonos registam casos da doença, com a Guiné-Bissau a ser o mais afectado, com 36 infecções pelo novo coronavírus.
Angola tinha, até ontem, 19 casos confirmados de Covid-19 e duas mortes.
Moçambique tinha 17 casos declarados de infecção pelo novo coronavírus e Cabo Verde, sete entre os quais um morto.
Na quinta-feira, as autoridades Cabo Verde anunciaram que morreram 12 cidadãos cabo-verdianos no estrangeiro vítimas da doença.
São Tomé e Príncipe, o último país africano de língua portuguesa a detectar a doença no seu território, registava, até ontem, quatro casos confirmados.
Na Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, estão confirmados 16 casos positivos de infecção.

Programa de apoio às famílias vulneráveis sofre ajustes

João Dias


O ajuste surge em função do contexto emergencial que o país e o mundo estão a viver. A garantia foi dada pelo coordenador do grupo técnico do programa e secretário dos Assuntos Económicos do Presidente da República, Lopes Paulo, na conferência de imprensa realizada no termo da terceira reunião ordinária da Comissão Económica do Conselho de Ministros, realizada, quinta-feira, no Centro de Convenções de Talatona (CCTA), em Luanda.
Se, antes, o programa estava desenhado apenas para atender famílias pobres monetariamente, o processo de ajuste ao programa, que deve ocorrer nos próximos dias, vai alargar-se a grupos como idosos, portadores de VIH-Sida e de outras doenças. Para tal, foi criado um grupo técnico que vai estudar as diversas variáveis que envolvem o programa para evitar o máximo possível constrangimentos que possam surgir a meio do processo. O valor dos benefícios vai, também, sofrer reajustes.
Segundo Lopes Paulo, a comissão técnica está a tomar medidas para reajustar o programa em função da emergência, adequando-o para dar respostas a esta fase. Essa readequação, afirmou, visa incluir famílias que não estavam previstas ou abrangidas na versão original.  “Temos outros estratos sociais em nível de risco neste momento, designadamente idosos, portadores de VIH e de outras doenças que impedem pessoas de terem mobilidade e rendimentos. Temos consciência que muitas famílias, em função das restrições nos movimentos, poderão ficar sem rendimentos. São sobre estes grupos que o grupo técnico está a trabalhar para fazer o reajuste deste programa e assim atender esta fase de emergência”, esclareceu.
O objectivo, disse, é atender aquelas famílias, que nesta altura, vão estar muito aflitas por deixarem de exercer a actividade. “Dentro da próxima semana, teremos elementos mais concretos sobre o programa que vai sofrer também reajustes no seu valor”, prometeu. O Programa de Transferências Monetárias, que é parte do amplo Programa de Fortalecimento da Protecção Social em Angola, tem a fase piloto projectada para começar em Maio deste ano e deve beneficiar, com 8.500 kwanzas, para cada uma das 1.608.000 (um milhão e seiscentos e oito mil famílias).
Para já, os municípios do Nzeto (Zaire), Cambundi Catembo (Malanje), Cacula (Huíla), Cuito Cuanavale (Cuando Cubango) e Ombadja (Cunene), devem beneficiar do programa, na fase piloto. As famílias daqueles municípios poderão ter este beneficio social durante 12 meses.  A previsão é que sejam beneficiadas, até 31 de Dezembro do ano em curso, 300 mil famílias, incluindo as cinco mil da fase piloto. Na sequência, em 2021, o programa prevê abranger 700 mil famílias e em 2022, último ano da sua vigência, deve beneficiar 608 mil famílias. O objectivo é reduzir a pobreza de 36 por cento, em 2017, para 25 por cento, em 2022.
O ministro da Economia e Planeamento esclareceu que o país procedeu, em 2018, a um inquérito sobre pobreza multidimensional nos municípios, o que permitiu obter dados sobre a situação real em todo o país. Sérgio Santos explicou que a pobreza multidimensional está estratificada em cinco níveis e foi nessa base que foi preparado o Programa de Transferências Monetárias.
O ministro assegurou que poderão, nos próximos dias, estar disponíveis recursos suficientes para micro-crédito, uma forma de incentivar a conversão do mercado informal para formal. O objectivo, disse, é dar dignidade e proporcionar incentivos para uma rápida transição daqueles agentes económicos para a formalização.
Para Sérgio Santos, o que o Governo vai fazer, de imediato, é reestruturar as actividades do sector informal, organizar os mercados, a venda ambulante e aproveitar a fase actual para reestruturar e dar dignidade a estas actividades.

sábado, 11 de abril de 2020

Oque levou o Presidente JLo a confiar nos Cubanos!?


Notícia de última hora!!

Senegal 265 casos, e recuperou 137.
Cuba 515 casos só recuperou 28.
 Mortes

Senagal: 2  
Cuba: 15

Covid-19: África tem 630 mortes e mais de 12 mil infeções

    África do Sul, Argélia, Egito e Marrocos concentram a maioria das infeções e mortes associadas à pandemia. Entre os PALOP, Guiné-Bissau é o país mais afetado, segundo dados da União Africana.


Covid-19: África tem 630 mortes e mais de 12 mil infeções

Segundo o boletim do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (CDC África), divulgado esta sexta-feira (10.04), nas últimas 24 horas o número de mortes registadas subiu de 572 para 630, enquanto as infeções subiram de 11.400 para 12.219. O CDC África registou também 1.559 doentes recuperados após a infeção.
A pandemia afeta já 52 dos 55 países e territórios de África, com quatro países - África do Sul, Argélia, Egito e Marrocos - a concentrarem mais de metade das infeções e mortes associadas ao novo coronavírus.
Todos os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) registam casos da doença, com a Guiné-Bissau a ser o mais afetado, contabilizando 36 pessoas com infeções pelo novo coronavírus. Angola soma 19 casos confirmados de Covid-19 e duas mortes.

Mais casos de infeções

Moçambique tem 17 casos declarados de infeção pelo novo coronavírus e Cabo Verde totaliza sete casos de infeção desde o início da pandemia, entre os quais um morto. Na quinta-feira, as autoridades cabo-verdianas anunciaram que morreram 12 cidadãos de Cabo Verde no estrangeiro vítimas da doença.
São Tomé e Príncipe, o último país africano de língua portuguesa a detetar a doença no seu território, regista quatro casos confirmados. Na Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, estão confirmados 16 casos positivos de infeção.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da Covid-19, já infetou mais de 1,5 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram quase 94 mil. Dos casos de infeção, mais de 316 mil são considerados curados.
















África e Estados Unidos acusam China de discriminar africanos

    Autoridades africanas estão a confrontar publicamente a China por alegados maus-tratos a cidadãos africanos em Cantão, dos quais os Estados Unidos dizem também terem sido alvo pessoas afro-americanas.

África e Estados Unidos acusam China de discriminar africanos


       De acordo com a Associeted Press (AP), houve relatos de africanos que dizem ter sido afastados e discriminados num centro comercial devido ao medo do novo coronavirus.
A AP alude também a um alerta de segurança da embaixada dos EUA na China, emitido hoje, que dá nota de que “a polícia ordenou que bares e restaurantes não atendessem clientes que pareçam ser de origem africana” e que as autoridades locais determinaram a realização de testes obrigatórios e ‘auto quarentena’ para “qualquer pessoa com contactos africanos”.
A embaixada denunciava ainda que algumas empresas e hotéis se recusam a fazer negócios com afro-americanos, em resposta ao aumento das infeções na cidade chinesa de Cantão (Guangzhou), a norte de Macau e Hong Kong.
A polícia e o departamento de saúde pública de Cantão disseram na terça-feira aos jornalistas que as autoridades haviam respondido aos rumores, já desmentidos, de que “300.000 negros” naquela cidade do sul da China “estavam a desencadear uma segunda epidemia”, o que “causou pânico”.
Diplomatas africanos reuniram-se com responsáveis pelo Ministério das Relações Exteriores da China para expressar “preocupação e condenação das experiências perturbadoras e humilhantes” às quais os seus “cidadãos foram submetidos”, revelou a embaixada da Serra Leoa em Pequim, num comunicado difundido na sexta-feira.
Pelo menos 14 cidadãos de Serra Leoa foram colocados em quarentena obrigatória por 14 dias, segundo o comunicado.
A situação motivou já críticas do presidente da Câmara dos Deputados da Nigéria, Femi Gbajabiamila, através do Twitter, e a intervenção do ministro das Relações Exteriores da Nigéria, Geoffrey Onyeama, que disse ter convocado o embaixador chinês para expressar “extrema preocupação” e pedir uma resposta imediata do governo de Pequim.
O Quénia também já se manifestou através de uma declaração do Ministério das Relações Exteriores e da embaixada daquele país em Pequim.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, disse na quinta-feira aos jornalistas que a prioridade na China é impedir “importações [do vírus] do exterior” e reconheceu que “pode haver alguns mal-entendidos na implementação de medidas”.
Contudo, disse Zhao, a China “trata todos os estrangeiros igualmente”.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já provocou mais de 103 mil mortos e infetou mais de 1,7 milhões de pessoas em 193 países e territórios.
Em África, há registo de 693 mortos num universo de mais de 12.973 casos em 52 países.
Na China, onde o surto começou no final do ano, a doença provocou 3.339 mortos, em 81.953 casos de infeção

sexta-feira, 10 de abril de 2020

Famosos angolanos estão a ser criticados pelas suas atitudes

 Os músicos angolanos como:





Puto Português,Yola Semedo,Julmário Vemba,Prodígio,Flor de Raiz,Neth Nahara,Pai Profeta,Da Beleza,Cage one, Scó q cuia, Nerú Americano, C4 Pedro, Biura, Ary e preto Show etc...

Estão a ser muitos criticados pelo facto do país se encontrar em uma pândemia e os mesmos estarem nem aí com o país.

Os fãs mas intelectuais reclamam pelo facto dos músicos tendo muitos segidores nenhum deles pelomenos se desponibliliza em fazer uma campanha da luta contra o novo #Coronavírus (Covid-19).
  São criticados ainda pelos adúltos que estão actualizados na mídia pelos factos dos mesmos estarem mas impolgados em fazer Lives no Instagram de fofocas, exibir-se com os seus. E ainda procurar intrigas como (Pai Profeta) nos últimos dias tem feito.

  É por esta razão que se chama a atenção dos mesmos. Vamos nos preocupar em ver forma para combater esse cororavírus, vamos dar uma ajuda aos nossos governantes de modo que esse vírus seja derrota.


                                       JUNTOS SOMOS MAIS FORTES 

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Criado programa para inserir mais meninas rurais nas escolas

  O Presidente da República, João Lourenço, deu a conhecer, ontem, a existência, no país, de um programa inclusivo que visa permitir a inser...